Como sempre disse neste site, meus gostos musicais são bem ecléticos. Gosto de tudo um pouco, mas desde que seja bom.
No momento, com a forte crise de identidade da música brasileira, principalmente, nada como se refugiar na sempre excelente
música gaúcha. Claro que é necessário destacar que há uma diferença gigantesca entre a boa música e a tão propagada
"tchê music", um lixo que tentam nos empurrar guela abaixo. Há artistas no RS que são da mais alta qualidade e que dispensam
maiores elogios.
Basta ouvir Vitor Ramil, que desfila com maestria por
todos os gêneros, sendo que quando canta uma milonga... Que beleza! Há muita música de qualidade:
Telmo de Lima Freitas, Jayme Caetano Braun, Luiz Coronel, César Oliveira & Rogério Melo,
Noel Guarany, Pedro Ortaça, Gilberto Monteiro, Renato Borghetti, Luiz Marenco, Mano Lima,
Nei Lisboa, César Oliveira & Rogério Melo,
José Cláudio Machado, Lisandro Amaral, Mano Lima... A lista é grande.
Do outro lado da fronteira, há muitos artistas que se aproximam da Estética do Frio, teoria do Vitor Ramil que tem tudo a ver
conosco, gaúchos do pampa. Há pouco conheci o uruguaio Jorge Drexler.
Lo hermano es muy bueno! Um outro uruguaio buenaço demais é
Pepe Guerra.
Tem também Pedro Arnaz, Larbanois Carrero, Fito Paez, grupos que
deram uma nova roupagem no tango, como o Gotan Project e Bajofondo, enfim, basta que olhamos um pouco mais para o Uruguai e Argentina,
ou melhor, ouvirmos.
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